Os despertadores programados de 5 em 5 minutos afetam a nossa saúde

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No geral, todas as pessoas têm rituais matinais distintos. Algumas acordam com o primeiro despertador e levantam-se logo da cama. Mas outras não têm essa facilidade ao acordar, e “precisam” dos famosos despertadores de cinco em cinco minutos. E mesmo se formos do grupo de pessoas que acorda rápido e só com um toque, de certeza que temos um amigo ou colega de trabalho que tem o típico ecrã de telemóvel com os despertadores ativados para cada cinco minutos. No entanto, apesar de pensarmos que esta forma de acordar nos ajuda mais, será que pode ser prejudicial para a nossa saúde?

Francisco Segarra, especialista em Medicina do Sono da European Sleep Research Society, afirma que “dormir a quantidade de horas necessárias, que varia de pessoa para pessoa, é tão importante como ter um sono profundo e contínuo”. Fragmentar os ciclos do sono tem várias consequências negativas para a nossa saúde, como a perda de memória, a redução da capacidade de reação e a diminuição do rendimento laboral.

Mas não são apenas as pessoas que programam os despertadores de cinco em cinco minutos que podem sofrer estas consequências. Se é das pessoas que acorda com o primeiro toque, mas que depois carrega no botão de “snooze”, isto também lhe pode acontecer, uma vez que a sensação de “descanso extra” que este comportamento provoca é, na verdade, “o primeiro sinal de que o sono está a falhar e, por isso, a saúde declina”.

De acordo com Francisco Segarra, a situação ideal seria acordar de forma natural, sem a ajuda de equipamentos eletrónicos. Simplesmente ir dormir quando tenhamos sono. E se mantivermos ciclos de sono regulares, vamos poder estimar mais ou menos a hora de acordar. No entanto, as pessoas que têm um sono irregular podem programar um despertador para não arriscarem acordar mais tarde, bastando apenas “pôr um som standard não muito alto”.

 

Fonte: http://www.elmundo.es/vida-sana/bienestar/2016/03/15/56e6a1aee2704e73288b45cb.html

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